Em um contexto marcado pela emergência climática e pela intensificação dos sistemas digitais, as obras expostas exploram diversos níveis de diálogo entre seres humanos, natureza e tecnologia, a fim de revelar outras possibilidades poéticas.
A mostra aborda três conceitos:
HUMANIDADE
A exposição une culturas e ciências, gerando diálogo sobre desafios globais. Obras de arte, fruto de pesquisas, promovem soluções. Artistas e cientistas colaboram para repensar a convivência diante de desafios complexos. O projeto busca educar sobre interação entre humanos, máquinas e ambiente. É crucial repensar o significado de ser humano frente a complexidades sociais, ambientais e tecnológicas.
NATUREZA
A emergência climática é uma realidade global, e a colaboração entre arte e ciência surge como uma forma de enfrentar a crise. A dissociação entre esses campos diminui com a revolução tecnológica, criando oportunidades para encontros inovadores, especialmente na ecologia. Artistas exploram programação e inteligência artificial, enquanto cientistas se dedicam a aspectos históricos e culturais. A capacidade tecnológica contribui para integrar diferentes disciplinas na abordagem das crises atuais.
TECNOLOGIA
Desde o final do século XX, a tecnologia uniu áreas diversas, como ciência e arte. Precisamos entender que somos parte de sistemas complexos, conectados à natureza. Inovações devem preservar a integridade das formas de vida, caminhando para um novo milênio.
A exposição traz doze obras de artistas nacionais e internacionais.
Aristas brasileiros: Eduardo Kac, Regina Silveira , Raquel Kogan , Rejane Cantoni e Gilbertto Prado.
Artistas internacionais:
Miguel Chevalier (México); Edmond Couchot (França); Michel Bret (França); Lab[au] (Grupo Coletivo Belga); Christa Sommerer (Áustria); Laurent Mignonneau (França); Leonel Moura (Portugal); John McCormack (Austrália); Julio Plaza (Espanha)